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SPDA - Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas

A Soltec é especializada em SPDA, fornecemos desde o Projeto até a Instalação. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas, temos certeza que seu projeto estará completo com nossos serviços.

Os para-raios encontram-se instalados nos topos dos prédios e de antenas de transmissões para televisão e rádio e são normatizados pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) de acordo com a NBR-5419-2015 e leva o nome de SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas), sendo divididos em externo e interno.

A utilização do SPDA não impede a incidência de descargas atmosféricas no local, as descargas são fenômenos naturais causados, pelo atrito das nuvens no céu, este atrito gera um efeito de eletrização de grande diferença potencial, desta forma é impossível anular a indecência das descarregas, mais através dos SPDA´s podemos minimizar seus efeitos nas instalações, construções e proteger as pessoas nelas abrigadas.

Tipos existentes de SPDA

1) Método Franklin, porém com limitações em função da altura e do Nível de proteção (ver tabela).

2) Método Gaiola de Faraday ou Malha.

3) Método da Esfera Rolante, Eletrogeométrico ou Esfera Fictícia.

O método Franklin, devido as suas limitações impostas pela norma passa a ser cada vez menos usado em edifícios sendo ideal para edificações de pequeno porte.

O método da esfera Rolante é o mais recente dos três acima mencionados e consiste em fazer rolar uma esfera, por toda a edificação. Esta esfera terá um raio definido em função do Nível de Proteção.Os locais onde a esfera tocar a edificação são os locais mais expostos a descargas. Resumindo, poderemos dizer que os locais onde a esfera tocar, o raio também pode tocar, devendo estes serem protegidos por elementos metálicos (captores Franklim ou condutores metálicos).

Partes de um SPDA

CAPTAÇÃO: Tem como função receber as descargas que incidam sobre o topo da edificação e distribuí-las pelas descidas.
É composta por elementos metálicos, normalmente mastros ou condutores metálicos devidamente dimensionados.
Ao projetar a captação, o primeiro passo consiste em distribuir condutores metálicos pela periferia da edificação, com fechamentos de acordo com a tabela, distribuindo as descidas também de acordo com a tabela . Deverá ser dada preferência para as quinas da edificação.
0 uso de mastros com captores Franklin em prédios altos, visam a proteção localizada de antenas e outra estruturas existentes no topo da edificação devendo o prédio ser protegido pelos cabos que compõem a malha da Gaiola de Faraday.
As edificações com altura superior a 10 metros, deverão possuir no subsistema de captação, um condutor periférico em forma de anel, contornando toda a cobertura e afastado no máximo a 0,5m da borda.

DESCIDAS: Recebem as correntes distribuídas pela captação encaminhando-as rapidamente para o solo. Para edificações com altura superior a 20 metros tem também a função de receber descargas laterais, assumindo neste caso a função de captação, devendo os condutores serem dimensionados como tal.
No nível do solo as descidas deverão ser interligadas com cabo de cobre nú Ø50mm2.
As descidas deverão ser distribuídas ao longo do perímetro do prédio, de acordo com a Classe do SPDA (tabela1) com preferência para os cantos. Este espaçamento deverá ser médio e sempre arredondado para cima. Caso o cálculo do número de descidas dê como resultado um número menor que 2, deverão ser instaladas pelo menos 2 descidas para qualquer tipo de edificação. Postes metálicos não necessitam de descidas, podendo ter a sua estrutura aproveitada como descida natural.
Caso sejam utilizados cabos como condutores de descida, estes não poderão ter emendas (exceto a emenda no ponto de medição), nem mesmo com solda exotérmica. Evite utilizar descidas com fita de cobre, alumínio ou aço, pois estes possuem normalmente 3 metros, o que acarretaria excessivos pontos de emendas podendo causar problemas quanto à passagem da corrente elétrica.

ANÉIS DE INTERMEDIÁRIOS: Os anéis intermediários assumem duas importantes funções:
A primeira é equalizar os potenciais das descidas minimizando assim o campo elétrico dentro da edificação.
A segunda é receber descargas laterais e distribuí-las pelas descidas. Neste caso também deverão ser dimensionadas como captação.
Sua instalação deverá ser executado de acordo com a Classe do SPDA (I/II 10 metros – III 15 metros – IV 20 metros), interligando todas as descidas.

ATERRAMENTO: Recebe as correntes elétricas das descidas e as dissipam no solo.
Tem também a função de equalizar os potenciais das descidas e os potenciais no solo, devendo haver preocupação com locais de freqüência de pessoas.
Quanto a malha de aterramento, o modo mais prático, consiste em colocar uma haste de aterramento tipo “Copperweid” (alta camada = 250u) em cada descida e cabo de cobre nu #50mm2 a 50 cm de profundidade, conectado ás hastes.

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